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ONDE VOCÊ PERDEU? Cantares 3.1 Date: Junho 28, 2009 Place: Ft Lauderdale, USA By: Rev. Eronides DaSilva INTRODUÇÃO: “De noite busquei em minha cama aquele a quem ama a minha alma; busquei-o e não o achei.” Como alguém pode perder alguém tão próximo? Quando era pequeno, minha mãe me dizia que se algum dia perdesse alguma coisa, devia busca-la onde ela caiu. Diligentemente devia começar a busca de fora para dentro. Ele deveria estar ali com certeza! Quando perdemos algo precioso, somos como: 9 9 9 9 9 Ovelhas sem pastor; Árvores, cujas raízes não têm água; Cidade sem guarda; Navio sem bússola; Noite sem o alvorecer. ESBOÇO: 1. Você perdeu por falta de atenção à instrução: (Pv 8.32) “Agora, pois, filhos, ouvi-me, porque bemaventurados serão os que guardarem os meus caminhos.” coloque a Palavra de volta da estante! 2. Você perdeu por falta de comunhão: (Lc 18.1) “E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer. O altar é o lugar mais íntimo e apropriado! 3. Você perdeu pelo atropelo das multidões: (Mc 5.24) “E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava.” As multidões podem estar erradas! 4. Você perdeu pela gravidade do seu pecado: (Is 1.8) “Vinde, então, e argüi-me, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” O arrependimento é a fórmula divina para se reencontrar! CONCLUSÃO: Em 1949, ainda na minha infância, ganhei o meu primeiro salário, um Cruzado. Preocupado para não perdê-lo, ou outro interessado roubar a fortuna, amarreio num trapo, e o coloquei no bolço. Naquela mesma tardinha fui à praia do Rio Una, em Catende, em Pernambuco, e nas bancadas de palmeiras daquele rio me assentei, antes que tomasse um daqueles formidáveis mergulhos. Enquanto olhava a curva do rio que contornava o Centro de Escoteiros da Usina Catende, me veio a brilhante idéia: “por que não enterrar este Cruzado à raiz de uma palmeira?” Assim, obedecendo a minha igenuidade, fiz o buraco e ali soterrei a minha saudosa fortuna. Chegando a época do Natal, voltei ao Rio Una a fim de retirar meu Cruzado, e comprar uma camisa para a minha festa natalina. Surpreso, e com dor no profundo de minha alma, percebi que a Usina, para melhorar o paisagismo, mandou arrancar, pela raíz, todas as palmeiras do Rio Una. Oh, não! Fiquei com as unhas dilaceradas por cavar o solo, no anelo de encontrar a minha primeira fortuna querida. Nunca mais a vi! E assim é, algum dia, em alguma circunstância, perdemos o que é de mais precioso para anossa vida, e não podemos mais a encontrar “De noite busquei em minha cama aquele a quem ama a minha alma; busquei-o e não o achei”! As Escrituras Sagradas nos recomenda que devemos “buscar(i) ao Senhor enquanto se pode achar” (Is 55.6)!Documento original em PDF. A apresentação e o texto do arquivo foram preservados. Para leitura noturna, o visualizador de PDF do seu dispositivo pode ter suas próprias opções de cor.
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