Ouça enquanto estuda
Leitura automática · voz do dispositivo
Esta leitura usa uma voz automática do navegador, não a voz de Rev. Eronides DaSilva. O texto foi extraído do PDF e pode conter falhas de leitura.
Ative o JavaScript e use um navegador com leitura em voz alta.
A IGREJA DE CANTARES Ct 2.1-2 Date: Junho 20, 1992 Place: Fort Lauderdale, USA By: Rev. E. DaSilva INTRODUÇÃO: A confissão de Salomão, “fui rei em Israel”, não somente indica seus últimos dias de fracasso espiritual, mas as suas três fases de vida conturbada! Os “tesouros das trevas” do profeta Isaías, é a mais apropriada indicação que Deus pode tirar dos escombros de Gênesis, uma nova, harmoniosa e perfeita terra, assim como de uma fragmentada vida de Salomão, uma profecia lírica sobre a Igreja – a virgem! No Livro de Provérbios ele exalta a sabedoria de Deus em sua vida diária – “Bem-aventurado o homem que acha sabedoria”; no Livro de Eclesiastes, ele vislumbra a realidade pragmática da vida – “tudo é vaidade”, e no Livro de Cantares, ele, na sua terceira idade, sonha com uma virgem que ele nunca teve o privilégio de conhecer, apesar das muitas concubinas que estiveram no seu regasso – “Eu sou morena, porém formosa”. Afirma em suas útimas palavras somadas a de Agur: “Estas três coisas me maravilham; e quatro há que näo conheço: O caminho da águia no ar; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem.” (Pv 30.18-19). Nessa linguagem poética, Salomão retrata as oitos fases dispensacionais da igreja: ESBOÇO: Ct 2.1,2 – ELEIÇÃO Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amiga entre as filhas. (Mt 27.28; At 9.2). Ct 5.6 – NASCIMENTO Eu abri ao meu amado, mas já o meu amado se tinha retirado e se tinha ido; a minha alma tinha-se derretido quando ele falara; busquei-o e não o achei; chamei-o, e não me respondeu. (Mt 28.6; Lc 24.3-6). Ct 4.16 – INAUGURAÇÃO Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ah! Se viesse o meu amado para o seu jardim, e comesse os seus frutos excelentes! (At 1.8; 2.1-4; Lc 24.49). Ct 5.7 – PROVAÇÃO Acharam-me os guardas que rondavam pela cidade, espancaram-me e feriram-me; tiraram-me os meus mantos os guardas dos muros. ( At 5.40; 7.57; 9.1). Ct 2.15 – EXPANSÃO Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face, aprazível. Apanhai-me as raposas, as raposinas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor. (At 20.28; 1 Tm 4.1-2). Ct 2.11 – SOFRIMENTO Porque eis que passou o inverno: a chuva cessou e se foi. ( Ap 3.4). Ct 4.6 – ESPERANÇA Antes que refresque o dia e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso. (2 Ts 2.1-2; Hb 10.57; Ap 22.12). Ct 6.12 – ARREBATAMENTO Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu povo excelente. (1 Ts 4.17; 1 Co 15.521). CONCLUSÃO: Os Livros de Cantares e Ester, são os dos mais criticados pela esfera dos modernistas, em afirmarem serem eles apócrifos por não falarem expressamente no nome de Deus. Entretanto, tanto na liguagem figurada como acróstica, existem abundantes mensões diretas ao nome da Divindade, momentos como Jeová, outros como Elohim. Não somente a linguagem, mas o respectivo contexto hermenêutico, indicam a seriedade e unicidades desses livros.Documento original em PDF. A apresentação e o texto do arquivo foram preservados. Para leitura noturna, o visualizador de PDF do seu dispositivo pode ter suas próprias opções de cor.
Voltar ao início ↑