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Semeador On-Line: Ano 2010, Nº 01 - A DEFESADO APOSTOLADO DE PAULO

2010 · 6 min de leituraPortuguês

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Fort Lauderdale, Flórida, 03 de Janeiro de 2010 Ano XVIII  Lição Nº 01


HUMILDADE MINISTERIAL

Rev. Eronides DaSilva Brasil

Brasileiro, Pastor da Igreja Pentecostal Betânia - AD


A humildade é uma das virtudes mais apreciadas no ser humano, principalmente no cristão. Ser humilde é seguir nos passos de Jesus Cristo, de viver como ele viveu, de ser o que ele foi. Em matéria de ministério, o exemplo de Cristo nos serve de plataforma de trabalho. Em Filipenses 2:5-8 o apóstolo Paulo nos ensina o segredo do nosso Senhor. Ele era muito rico e como tinha uma missão a cumprir, uma mensagem a ser comunicada à raça humana, ele se fez pobre assumindo a forma de homem e entre os humanos ele se tornou servo. Qual era o seu propósito em assim fazer? Paulo responde em outra de suas cartas: “apresentar a igreja a si mesmo como gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém, santa e sem defeito” (Efésios 5:27). Cristo sabia que não poderia atingir o coração da humanidade se ele não se encarnasse no seu meio, se horizontalizando, para depois subir e levar à igreja a atingir o estágio planejado pelo Pai. Semelhantemente devem ser os obreiros. Não devemos negar que nós, os obreiros da Seara do Mestre, de uma maneira geral sabemos mais do que a maioria dos crentes. Estudamos, lemos, escrevemos e nos debruçamos na teologia. Sempre estamos com o mundo eclesiástico e conhecemos de tudo o mais. Esse obreiro deve ter como alvo levar àqueles que lhe cercam no trabalho e responsabilidades diárias a conhecer o que ele conhece, levá-los a atingir o nível em que ele esta. Para que isto venha acontecer, ele deve seguir o modelo de Cristo. Inicialmente deve descer ao nível do povo. Pregar mensagens que o povo entenda; ser transparente em suas atitudes para que o povo o veja; realizar programas simples, dinâmicos e objetivos para que o povo o siga. Caminhar horizontalmente com os seus companheiros e aos poucos iniciar o estagio de elevação, o estágio do crescimento, do nível de conhecimento bíblico e conduta cristã. Assim fazendo, o obreiro cresce junto com a igreja, ganha o seu respeito, não por causa da sua autoridade formal, a posição que ocupa, mas por causa do seu amor pelos crentes e o seu compromisso para com Deus em apresentar-se humilde no seu ministério!

PAULO

Vania DaSilva Estados Unidos

Brasileira, Missionária, Professora do SWM e Secretária Executiva da BPC-AG


Paulo, cujo nome em hebraico se chama Saulo, era descendente da tribo de Benjamim; original de Tarso, cidade da atual Turquia, localizada na região histórica da Cilícia. Paulo era da seita dos fariseus e foi educado aos pés do Rabi Gamaliel. Foi educado em duas culturas (grega e judaica), se tornando o Apóstolo dos Gentios, pela difusão do Evangelho no meio dos não-judeus, especialmente gregos e romanos. Sua conversão se deu quando ía a caminho de Damasco, para ali prender os crentes e traze-los à Jerusalem. Entretanto, seus planos foram interrompidos, quando o próprio Jesus se apresenta à Paulo através de uma grande luz, que o deixou cego durante 3 dias. Após receber a oração de Ananias e ser batizado, Paulo recebeu a restauração da sua vista, e dali começou o seu ministério. Ele passou três anos na Arábia e regressou à Tarso. Em Antioquia, os gentios estavam sendo convertidos a Cristo. A Igreja em Jerusalém teve de decidir como cuidar desses novos crentes. Foi então que Barnabé se lembrou de Paulo e se dirigiu a Tarso à sua procura (At 11:25). Durante alguns anos, Paulo, Barnabé e um grupo de obreiros esmeros faziam parte integrante da Igreja de Antioquia, e foi neste tempo, quando os díscipulos foram pela primeira vez chamados cristãos. Paulo é mais conhecido na Bíblia pelas suas cartas (epístolas) e devido o seu trabalho missionário. Ele realizou três grandes viagens missionárias. A primeira (At 13 e 14), durou um período de aproximadamente dois anos, e levou consigo a Barnabé e João Marcos. A segunda (At 15-18), durou um período de quase três anos, e teve como companheiros a Silas, Timóteo e Lucas. A terceira (At 19-24), durou um período de quase quatro anos, quando ao regressar à Jerusalem, é preso e enviado à Roma, acompanhado de Lucas e Aristarco. Uma das razões mais firmes que Paulo tinha era a de sua chamada para com os gentios. Ele se difere ser o menor dos Apóstolos, por haver perseguido a Imaculada Igreja de Deus. Paulo é responsável de escrever 13 livros do Novo Testamento, os quais formam as grandes doutrinas da Bíblia Sagrada. Paulo é decapitado em sua velha idade, em Roma, quando termina sua carreira como Apóstolo e Servo de Jesus Cristo. (2 Tm 4.6-8)

A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO

Rev. Eronides DaSilva Estados Unidos

Brasileiro, Pastor da Igreja Pentecostal Betânia-AD

Texto Áureo da Lição

“Porque, como as afliçöes de Cristo säo abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolaçäo por meio de Cristo.” (2 Coríntios 1.5) 

1. NO SEU MEIO-AMBIENTE
  Uma metrópole estratégica: 1 Co 1.2; At 16.10,12
  Uma metrópole histórica: 2 Co 5.17; At 19.26,35-36
  Uma metrópole carente: 1 Co 1.22-24; At 16.9
2. NA EXPOSIÇÃO DO SEU ENSINO
  Uma carta com endereço certo: 2 Co 1.1,13; 1 Co 1.2
  Uma carta com caráter pessoal: 2 Co 1.3-5; 1 Co 16.19-21; 1 Co 4.14-16
  Uma carta com proposição transparente: 2 Co 3.1-4; 1 Co 1.10,11; 2.4
3. NAS SUAS LIÇÕES TRANSMITIDAS
  Amando sem compromisso pessoal: 1 Co 5.6-8; 2 Co 12.15; 2 Co 7.11-12
  Sofrendo consciente pela causa: 2 Co 4.8-15; 2 Co 12.9,10
  Distinguindo entre o bem e o mal: 2 Co 5, 9-11; 2 Co 10.4-6

Texto da Lição

2 Coríntios 1. 12-14; 10.4-5

2 Co 1.12 - Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, näo com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.

13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senäo as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.

14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.

2 Co 10.4 - Porque as armas da nossa milícia näo säo carnais, mas sim poderosas em Deus para destruiçäo das fortalezas;

5 Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo.


Adeus à Hong-Kong

Superintendente: Rev. Eronides DaSilva

Índice Anual

A Polêmica do Dízimo

Editoração: Vania DaSilva

Índice 2009

Imagem do Divino

Revisão: Manuela Barros

Índice 2010


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